Almada, gentil cidade, que me fugiste
Almada, gentil cidade que me fugiste
No meio do meu percurso, descontente,
Ficando na outra margem eternamente
E eu noutra cidade, para mim sorriste.
E se daqui me sinto, longe de ti,
Memórias de outros tempos me consentes,
Nunca te olvides que em tempos ardentes
Contigo cresci e em ti aprendi.
E se eu puder ocultar-te
A saudade que me marcou
Da dor, sentimento que pus aparte,
Que o destino a nós separou,
E que eu te reveja na minha arte
Remeniscência que me ficou.
Aline Matos
07/03/2009
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